O Ativismo Religioso e a Crise do Coração Cristão Vivemos uma fé cada vez mais ocupada e, paradoxalmente, cada vez menos transformada. Igrejas cheias, agendas lotadas, ministérios funcionando, discursos bem alinhados — e ainda assim, uma inquietação silenciosa insiste em permanecer. Algo não se encaixa. Fazemos muito para Deus, falamos muito sobre Deus, defendemos Deus com fervor, mas raramente paramos para permitir que Ele nos confronte de verdade. A atividade se intensifica, mas o coração permanece intocado. E se tudo aquilo que chamamos de fidelidade cristã fosse, em muitos casos, apenas medo de parar? Medo do silêncio. Medo do vazio. Medo de descobrir que, sem as atividades, talvez reste pouco de nós diante de Deus. Quando o fazer substitui o ser O ativismo religioso tornou-se uma forma socialmente aceita de espiritualidade. Ele ocupa o espaço onde deveria existir escuta, arrependimento e transformação interior. Quando o fazer se transforma em identidade, o...
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